A iniciativa é do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, em parceria com a Caixa Econômica Federal, e ampliou o acesso ao financiamento produtivo nas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste.
De acordo com a pasta, os contratos assinados ao longo do ano movimentaram cerca de R$ 296 milhões em crédito rural.
Os recursos são operados com verbas dos Fundos Constitucionais de Financiamento e reforçam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf.
O programa atende agricultores e pecuaristas familiares, pescadores artesanais, povos indígenas, quilombolas e extrativistas, com renda anual de até R$ 50 mil.
Os financiamentos podem ser usados tanto para investimentos na produção, como irrigação, compra de matrizes e pequenas agroindústrias, quanto para o custeio do dia a dia, com aquisição de sementes, adubos e ração.
O governo federal destaca que um dos diferenciais da linha é a taxa de juros reduzida, de 0,5% ao ano, com prazo de até 36 meses e bônus de adimplência que pode chegar a 40% para quem paga em dia.
Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, a política amplia a inclusão produtiva e garante que o crédito chegue a comunidades tradicionais, reduzindo desigualdades regionais.




