A Agência Nacional de Energia Elétrica divulgou a projeção de alta média de 8% nas tarifas de energia dos consumidores brasileiros em 2026, acima dos índices inflacionários projetados para o ano.
Apesar disso, há possibilidade de redução de até 2,9 pontos percentuais no cálculo do efeito médio nacional, com a arrecadação esporádica via recursos de Uso do Bem Público.
Os encargos setoriais, com a Conta de Desenvolvimento Energético, são no conjunto o principal fator de pressão sobre as tarifas.
A proposta de orçamento totalizou R$ 52,7 bilhões.




