A proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, zike e chicungunya, continua preocupando o Estado do Rio.
Em Nova Friburgo, por exemplo, segundo a Secretaria de Saúde, são 193 casos confirmados da doença entre 1º de janeiro e o último dia 22.
Com a chegada do verão, a tendência é de crescimento dos números, o que exige reforço das ações de prevenção.
Um projeto de lei da deputada estadual Lilian Behring (PCdoB), em análise na Comissão de Constituição e Justiça da Alerj, autoriza enfermeiros da rede pública a realizar a classificação de risco e manejo inicial de pacientes com suspeita de dengue.
A proposta prevê que os enfermeiros poderão seguir o Protocolo de Diagnóstico e Manejo Clínico da Dengue, solicitar hemograma completo e prescrever hidratação oral e medicamentos básicos para pacientes classificados no Grupo A da doença.
A classificação de risco feita pela enfermagem é uma prática consolidada em outras áreas da saúde.
No caso da dengue, iniciar rapidamente medidas como hidratação e exames laboratoriais pode evitar agravamentos.
O projeto de lei ainda aguarda análise na CCJ antes de seguir para votação no plenário da Alerj.




